

Em 1834, com a extinção das ordens religiosas, o mosteiro e a quinta foram adquiridos pela família Palyart, mudando de mãos mais uma vez em 1889, quando são comprados pela família Ferraz. Voltam à posse da Igreja em 1934, ano em que o Patriarcado de Lisboa inicia obras para a instalação do Seminário que permitem a transferência para São Paulo de uma importante colecção de azulejos, que inclui notáveis painéis retirados da nave da Sé de Lisboa, onde a pintura de uma arquitectura fingida enquadra monumentais cartelas com emblemas alusivos a São Vicente, uma obra atribuível à parceria de Manuel dos Santos com o pintor P.M.P.in “Almada e o Tejo”, Centro de Arqueologia de Almada (1999)
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